domingo, 1 de abril de 2012

Amor... o amor.

Não se vê nem se pode tocar.
Somente sentir, viver, crer.
Chega de repente, entra sem bater e faz-se morar no corpo e na mente, nos deixando a mercê desse sentimento que consegue ser incrível e arrebatador.

Amor... o amor.

Aquele que nos deixa angustiado mas que logo em seguida nos acalma.
Que pode nos mostrar tanto o inferno quanto o céu.
Que nos mostra os campos floridos e as asas dos anjos.
Que de ser tão grandioso, quase nos faz ver e tocar aquilo que se acreditava apenas poder sentir, viver, crer.

Amor... o amor.

Sem explicação, consegue ser ao mesmo tempo o certo e o errado, juntos, de mãos dadas.
Onde a razão e a emoção brigam contantemente revirando pensamentos e desejos antes formulados.
Aquele que mesmo assim, vem simples, as vezes estrondoso e gritante, as vezes calmo e calado, que explode de raiva e chora.
Mas depois treme de alegria e chora.

Amor... o amor.

Que erra, acerta, tenta, tenta, tenta e faz, sem desistir nem deixar de acreditar.

Sim, o amor.

Aquele que te faz, mesmo acima de tudo, se sentir a pessoa mais importante do mundo.

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